Blog Polêmico e Pessoal!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Qual é sua posição como Cristão? Você tem sido o Sal?




Os gregos diziam que o sal era divino. Os romanos diziam: "Nada é mais útil do que o sol e o sal". Durante um longo tempo o sal foi considerado muito precioso para a preservação dos alimentos e foi chamado de ouro branco. Os gregos e romanos, utilizavam o sal como moeda para suas compras e vendas e com este condimento os romanos eram pagos, por isso surgiu a palavra salário, que deriva de sal. Foi também considerado um artigo de luxo e só os mais ricos tinham acesso a ele.
1.1. O sal simboliza pureza. Pelo fato de ser extraído da natureza, o sal é essencialmente puro. Os romanos diziam que o sal era o mais puro dos alimentos porque procedia das duas coisas mais puras que existem: o sol e o mar.
Entre os povos do oriente, o sal era usado como selo de alianças e acordos, simbolizando fidelidade e compromisso.
Nas ofertas de manjares do culto do Antigo Testamento, cada sacrifício era acompanhado com um pouco de sal (Lv2.13), com dois propósitos didáticos: compromisso e pureza.
O cristão é comparado ao sal. Logo, ele deve ser um exemplo de pureza e santidade (Mt 5.8; 2 Co 7.1; 1Tm 4.12; Tg 4.8). Ele deve também ser fiel no compromisso e na aliança que assumiu com o Senhor.
O sal age secretamente, sem ser percebido. A influência do cristão muitas vezes não é vista, mas experimentada ou sentida.


1.2. O sal simboliza preservação. O sal impedia o processo de putrefação de alimentos. O cristão exerce uma influência positiva na sociedade, impedindo a sua deterioração moral. O cristão deve ser um elemento antiséptico e purificador (Gn 18.26-32; 2 Rs 12.2). É interessante observar o uso do sal na Bíblia. Os recém-nascidos eram esfregados com sal, imediatamente após seu nascimento (Ez 16.4), com o objetivo de protegê-los de infecções. O sal, porém, precisa ser espalhado e friccionado na carne para exercer a sua influência. O cristão, para influenciar, precisa sair do saleiro. Ele não deve fugir ou esconder-se do mundo, mas guardar-se da contaminação mundana (Tg 1.27). 1.3. O sal simboliza sabor. O profeta Eliseu restaurou o sabor das águas de um rio em Jerico, utilizando o sal: Então, saiu ele ao manancial das águas e deitou sal nele; e disse: Assim diz o Senhor: Tornei saudáveis estas águas; já não procederá daí morte ou esterilidade. Ficaram, pois, saudáveis aquelas águas, até ao dia de hoje, segundo a palavra que Eliseu tinha dito (2 Rs 2.21-22). O sal foi usado como elemento de restauração do sabor ou da qualidade da água. Como sal, o cristão tem uma chamada de levar uma mensagem que restaura vidas que estão mergulhadas na amargura. O sal dá sabor à comida. O cristão é para o mundo o que o sal é para a comida (Jó 6.6; Cl 4.6). O sal só perde o seu sabor por um processo de adulteração, contaminação ou infiltração; o sal se torna insípido em razão das substâncias estranhas que se agregam a ele. Assim também é a vida de um cristão. Se perdera capacidade de influenciar, só serve para ser pisado pelos homens (Ez 47.11).
Muitas pessoas ao se tornarem crentes se isolam das outras pessoas, se trancam numa estufa, numa redoma de vidro, numa bolha espiritual se tornam sal no saleiro e depois sal insípido.
Elas não se apresentam, não se inserem, não influenciam, não salgam, não resplandecem. Tornam-se anti-sociais e conformistas.
Nós somos uma cultura mística: 1) Pagelança indígena; 2) Idolatria do Catolicismo Romano; 3) O misticismo da kardecismo europeu; 4) A magia dos cultos afro-brasileiros procedentes da África.
O catolicismo durou séculos induziu o povo a crer no misticismo: relíquias, santos, rezas, penitências.
Hoje algumas igrejas neo-pentecostais, principalmente a IURD é campeã do misticismo. Trocam apenas o rótulo, mas o povo é mantido no mesmo misticismo tosco.
Há muitas pessoas que são ortodoxas de cabeça e hereges de conduta. São ortodoxos na teoria e liberais na prática. Defendem doutrinas certas e vivem uma vida errada. São zelosos das tradições da igreja, mas vivem na prática do pecado.

Pregam o que não vivem. Exigem dos outros o que não praticam. Coam mosquito e engolem um camelo.

Está na hora do sal entrar em evidencia.
Após Constantino ter oficializado o cristianismo como a religião oficial do império romano, subiu ao trono Juliano que queria atrasar o relógio e voltar a adorar os antigos deuses. Sua queixa era, como se expressa Ibsen:
Tens visto os rostos dos cristãos? Olhos caídos, bochechas pálidas, peitos de tábua, perdem a vida se remoendo, incentivados pela ambição, para eles brilha o sol, porém não vêem a terra lhes oferece sua plenitude, porém eles não a querem, a única coisa que querem é a renúncia, e sofrer para morrer o mais rápido possível.

Para o Juliano faltava vida ao cristianismo.
Oliver Wendell Holmes disse: Eu poderia ter me ingressado no ministério se alguns clérigos que conhecia não houvessem parecido e atuado tanto como coveiros. Robert Louis Stevenson escreveu uma vez em seu diário, como se recordasse algum fenômeno extraordinário: hoje fui à igreja, e não estou deprimido.

O mundo tem o direito de descobrir outra vez o fulgor perdido da fé cristã. É um mundo ansioso, o cristão deveria ser a única pessoa que se mantivesse serena. Em um mundo deprimido, o cristão deveria ser a única pessoa plena e com alegria de viver, ser sensível e falar palavras agradáveis. Onde for é o sal da terra, e difunde alegria.
 
O liberalismo entrou na igreja com o racionalismo, iluminismo. Começou com a alta crítica de Dibelius, a demitologização de Bultman. O liberalismo matou igrejas na Europa, na América. Agora, as denominações históricas no Brasil já estão se capitulando ao liberalismo. O ensino liberal já tomou conta dos principais seminários das grandes denominações no Brasil.
Uma igreja liberal nunca experimentou um avivamento. Uma igreja liberal nunca cresceu. Uma igreja liberal nunca impactou a sociedade.
O Ecumenismo está hoje apadrinhando muitas igrejas históricas.
A vida da igreja é sua primeira mensagem. E sua mensagem aos olhos. A igreja só tem uma mensagem, se ela tem vida. Sem testemunho não há proclamação.

A vida precede ao trabalho. O exemplo é mais importante do que a atividade.
a) A igreja precisa ter um alto conceito da Escritura (suficiência) – 2 Tm 3.14-16
b) A igreja precisa ter um alto conceito do evangelho – Rm 1.16
c) A igreja precisa saber que não há outro evangelho – Gl 1.8
d) A igreja precisa pregar o evangelho no poder do Espírito – 1 co 2.4; 1 Ts 1.5;
e) A igreja precisa pregar com lágrimas.

a igreja precisa a voltar a ser sal.
A igreja não pode ser conformista, omissa, covarde

a) João Batista denunciou o adultério do rei Herodes,
b) Jesus chamou Herodes de raposa;
c) Os apóstolos ensinaram que a obediência ao poder civil tem limites.
d) Tiago denunciou a ganância dos ricos fraudando o salário dos trabalhadores;
e) Amós denunciou os juizes que vendem sentenças;
f) Isaias denunciou o pecado da ganância insaciável que leva a riqueza a se ajuntar nas mãos de poucos (Is 5).
g) Os profetas denunciaram o pecado no palácio, no templo, nas ruas.
h) Os reformadores denunciaram o pecado.
i) Os avivalistas também o fizeram
j) O avivamento se deu porque a igreja saiu na frente para defender o povo do despotismo japonês.
k) A igreja precisa se posicionar sobre os desmandos contra a lei moral de Deus: aborto, homossexualismo, corrupção, idolatria.

A IGREJA É SAL O SAL PRESERVA, VOLTEMOS A SER SAL, PENSENISSO !
← ANTERIOR PROXIMA → INICIO

0 comentários:

Postar um comentário